Nosso último dia em San Pedro. Acordamos meio tarde. Tirei esta foto do nosso albergue:
No corredor do nosso quarto encontramos as paulistas que haviamos conhecido, e um francês. Uma das paulistas contou a epopéia dela pra chegar lá. Foi de ônibus pra Corumbá-MS, depois na Bolívia pegou o Trem da Morte até Santa Cruz de la Sierra, horas e horas de ônibus por estradas precárias até La Paz, depois Uyuni, e mais uma travessia tortuosa e cansativa de jeep pela Cordilheira dos Andres até San Pedro. Falou que chegou a pegar -20 graus de frio na Bolívia. Não sei se teria coragem de enfrentar tanto perrengue em sequência. O francês contou que estava no Chile para conhecer e avaliar os vinhos chilenos.
Quem diria. Fomos almoçar num pequeno restaurante, mostrado na foto abaixo.
Era muito rústico e barato. O garçom era muito simpatico e nos tratou muito bem ao saber que éramos brasileiros. Comemos uma lentilha com frango e legumes que estava muito boa. Aproveitamos o resto da tarde pra dar uma volta pela cidade.
Uma simpática praça:
Igreja do século 16:
Conhecemos o Museu Arqueológico de San Pedro, onde pudemos conhecer um pouco da cultura dos atacamenhos que viviam ali há 5000 anos (mesma época dos faraós egipcios), incluindo múmias, lanças, cerâmicas e fragmentos de roupas.
No final da tarde, fomos pegar o ônibus e iniciamos nossa longa jornada de 24 horas de volta pra Santiago.
Nenhum comentário:
Postar um comentário